pOIS É, esse ano tudo está meio estranho... e é nesse ritmo que a semana muda de abril pra outubro a data do seu encontro.
Ou seja, Cannes vai ser só o esquenta! Vão se preparando desde agora.
Mais informações e contato no site:
http://www.semana.com.br/
Vamos ver o que a crise fez no mercado e como estão as novas tendências mundiais.. alem de gente bacana e muito network..
terça-feira, 16 de junho de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
Nomes consagrados da publicidade mundial já marcaram presença
Alguns nomes ja marcaram sua presença na semana. Craig Davis (diretor mundial de criação do grupo Thompson); Cherryl Bernan (presidente da Leo Burnett); Roberto Duailibi; Lula Vieira (Sócio diretor da VS Propaganda e representante brasileiro em Cannes na estréia da categoria Rádio); Marcelo Serpa; Aaron Sutton; Nizan Guanaes; Duda Mendonça; Michael Simons - Diretor Executivo de Criação da DRAFT FCB (Austrália) - ; César Agost Carreño - Diretor Geral de Criação da Ogilvy (Chile) - ; Washington Olivetto, entre outros. Será mais uma semana de muita novidade e conhecimento.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Nova data para a 23 Semana Internacional da Criação Publicitária acontecerá no 2º semestre
Publicado em: 18/03/2009 17:00
Semana Internacional da Criação Publicitária acontece no 2º semestre
Redação Portal IMPRENSA
Está marcada para o dia 26 de outubro de 2009 a abertura da 23ª Semana Internacional da Criação Publicitária, realizada pela Editora Referência. Serão cinco dias de palestras direcionadas a estudantes universitários e profissionais da área de propaganda e marketing, no Centro Fecomercio de Eventos, em São Paulo.
Criada por um grupo de publicitários brasileiros em 1987, a Semana Internacional da Criação Publicitária tem como proposta colocar em debate as tendências e rumos do trabalho criativo nas agências do mundo todo, convidando profissionais internacionalmente reconhecidos para mostrar seus cases e dividir sua experiência com os participantes do evento.
O objetivo é discutir os novos rumos da comunicação e da propaganda mundiais, a partir do que acontecerá este ano, principalmente em Cannes.
Semana Internacional da Criação Publicitária acontece no 2º semestre
Redação Portal IMPRENSA
Está marcada para o dia 26 de outubro de 2009 a abertura da 23ª Semana Internacional da Criação Publicitária, realizada pela Editora Referência. Serão cinco dias de palestras direcionadas a estudantes universitários e profissionais da área de propaganda e marketing, no Centro Fecomercio de Eventos, em São Paulo.
Criada por um grupo de publicitários brasileiros em 1987, a Semana Internacional da Criação Publicitária tem como proposta colocar em debate as tendências e rumos do trabalho criativo nas agências do mundo todo, convidando profissionais internacionalmente reconhecidos para mostrar seus cases e dividir sua experiência com os participantes do evento.
O objetivo é discutir os novos rumos da comunicação e da propaganda mundiais, a partir do que acontecerá este ano, principalmente em Cannes.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
OLÁ,
Não me esqueçi do blog não viu pessoal..... é que esse blog é exclusivo para a famosa
semana de criação publicitária, não quero mudar o propósito desse blog... qualquer
coisa mandem um recado para mim e aguardem que em 2009 tem muito mais...
Estarei presente pra contar tudo como foi mais uma vez..
Um grande abraço para todos que nos acompanharam...
Inté!!!
Leandro Normando Rehem
semana de criação publicitária, não quero mudar o propósito desse blog... qualquer
coisa mandem um recado para mim e aguardem que em 2009 tem muito mais...
Estarei presente pra contar tudo como foi mais uma vez..
Um grande abraço para todos que nos acompanharam...
Inté!!!
Leandro Normando Rehem
quinta-feira, 1 de maio de 2008
A semana foi nota 11.
Queria aqui registrar o meu agradecimento ao convite da Holofote Comunicação para participar de um evento tão especial como este.
É nesses encontros que você aprende as possibilidades infinitas da nossa profissão e como ela pode ser feita de um modo digno e criativo.
Semana de Criação, até 2009!!!!!!
FOI UMA EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA, OBRIGADO.
É nesses encontros que você aprende as possibilidades infinitas da nossa profissão e como ela pode ser feita de um modo digno e criativo.
Semana de Criação, até 2009!!!!!!
FOI UMA EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA, OBRIGADO.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Para César Agost Carreño a publicidade não deve ser intelectualizada
Segundo o diretor de criação da Ogilvy América Latina, 90% das campanhas publicitárias realizadas atualmente são ruins
"As marcas têm grande influência na sociedade. Como os governos não conseguem dar uma resposta satisfatória aos povos, as marcas estão ocupando este lugar", disse o argentino César Agost Carreño, diretor de criação da Ogilvy América Latina, durante abertura de sua apresentação no final deste terceiro dia da 22a Semana Internacional de Criação Publicitária, realizada pela Editora Referência.
O encontro ocorre até sexta-feira (18) e as palestras são sempre às 15h e às 19h30, no Teatro Raul Cortez, no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo. Neste ano, o evento conta com o patrocínio da ESPM, Terra, ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e apoio do Clube de Criação de São Paulo, Tribointeractive, Play It Again, Flemming Associados, Bossa Nova Films e 511 Films.
Trazido pelo Ogilvy Brasil, a palestra de Carreño teve como tema "Maradona é brasileiro". O motivo da referência ao jogador argentino foi, segundo ele, o impacto que teve ao vê-lo vestido com a camisa da seleção brasileira na campanha "Pesadelo", do Guaraná Antarctica.
Durante a apresentação, ele disse que 90% das campanhas publicitárias realizadas atualmente são ruins. "É um fenômeno universal. Há informação irrelevante em excesso e pouco entretenimento", acrescentou.
Ele considera que a profissão não deve ser tão intelectualizada, e que é necessário existir simplicidade na comunicação. "As pessoas desejam que a marca tenha uma filosofia e exigem que possuam políticas de responsabilidade social", disse.
Carreño ressaltou também que é fundamental que as marcas se diferenciem emocionalmente. E a emoção, segundo ele, leva à ação. "A mensagem é mais importante do que o produto. E, desta forma, deve ser um clube no qual as pessoas querem entrar. É com o significado que se ganha dinheiro e não o contrário", afirmou.
"As marcas têm grande influência na sociedade. Como os governos não conseguem dar uma resposta satisfatória aos povos, as marcas estão ocupando este lugar", disse o argentino César Agost Carreño, diretor de criação da Ogilvy América Latina, durante abertura de sua apresentação no final deste terceiro dia da 22a Semana Internacional de Criação Publicitária, realizada pela Editora Referência.
O encontro ocorre até sexta-feira (18) e as palestras são sempre às 15h e às 19h30, no Teatro Raul Cortez, no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo. Neste ano, o evento conta com o patrocínio da ESPM, Terra, ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e apoio do Clube de Criação de São Paulo, Tribointeractive, Play It Again, Flemming Associados, Bossa Nova Films e 511 Films.
Trazido pelo Ogilvy Brasil, a palestra de Carreño teve como tema "Maradona é brasileiro". O motivo da referência ao jogador argentino foi, segundo ele, o impacto que teve ao vê-lo vestido com a camisa da seleção brasileira na campanha "Pesadelo", do Guaraná Antarctica.
Durante a apresentação, ele disse que 90% das campanhas publicitárias realizadas atualmente são ruins. "É um fenômeno universal. Há informação irrelevante em excesso e pouco entretenimento", acrescentou.
Ele considera que a profissão não deve ser tão intelectualizada, e que é necessário existir simplicidade na comunicação. "As pessoas desejam que a marca tenha uma filosofia e exigem que possuam políticas de responsabilidade social", disse.
Carreño ressaltou também que é fundamental que as marcas se diferenciem emocionalmente. E a emoção, segundo ele, leva à ação. "A mensagem é mais importante do que o produto. E, desta forma, deve ser um clube no qual as pessoas querem entrar. É com o significado que se ganha dinheiro e não o contrário", afirmou.
Marcello Serpa critica proibição de campanha de cerveja
Na Semana de Criação, publicitário disse também que mensagem subliminar é anti-ética
A última palestra da 22ª Semana Internacional de Criação Publicitária contou com o palestrante Mercello Serpa, presidente do CCSP (Clube de Criação de São Paulo) e diretor de criação da AlmapBBDO. Apresentado pelo presidente da Editora Referência, Armando Ferrentini, o palestrante falou, para o público formado por sua maioria por estudantes, sobre o tema “O que vem por ai”.
O publicitário também mostrou-se preocupado com a mão-de-obra do mercado. “Além do insight, saber falar Inglês é fundamental em um mundo globalizado como o nosso. Muito me assusta saber que apenas 40% dos profissionais de uma agência tinham um nível de Inglês adequado para uma reunião no exterior”, comenta.
Durante sua apresentação, Serpa criticou a proibição da propaganda da cerveja. Ele acredita que a publicidade não é a culpada pelo alcoolismo das pessoas, assim como o Brasil não é o único que faz campanha de bebida alcoólica. “Nunca passei pelo teste do bafômetro no Brasil, mas sim, no exterior. Aqui, menor compra álcool e não existe repressão, não existe moral do vendedor que vende bebida para menor de idade e muito menos do poder público, que não impede que isso aconteça”, criticou.
Serpa ainda deu sua opinião sobre a volta de alguns modismos, como a mensagem subliminar. “É preciso ficar atento para não cair na armadilha da mensagem subliminar, pois é anti-ético”, declara.
Ao fim da palestra, foi oferecido um coquetel para todos os participantes da Semana de Criação, com direito a champagne, vinho e outras coisitas a mais...
A última palestra da 22ª Semana Internacional de Criação Publicitária contou com o palestrante Mercello Serpa, presidente do CCSP (Clube de Criação de São Paulo) e diretor de criação da AlmapBBDO. Apresentado pelo presidente da Editora Referência, Armando Ferrentini, o palestrante falou, para o público formado por sua maioria por estudantes, sobre o tema “O que vem por ai”.
O publicitário também mostrou-se preocupado com a mão-de-obra do mercado. “Além do insight, saber falar Inglês é fundamental em um mundo globalizado como o nosso. Muito me assusta saber que apenas 40% dos profissionais de uma agência tinham um nível de Inglês adequado para uma reunião no exterior”, comenta.
Durante sua apresentação, Serpa criticou a proibição da propaganda da cerveja. Ele acredita que a publicidade não é a culpada pelo alcoolismo das pessoas, assim como o Brasil não é o único que faz campanha de bebida alcoólica. “Nunca passei pelo teste do bafômetro no Brasil, mas sim, no exterior. Aqui, menor compra álcool e não existe repressão, não existe moral do vendedor que vende bebida para menor de idade e muito menos do poder público, que não impede que isso aconteça”, criticou.
Serpa ainda deu sua opinião sobre a volta de alguns modismos, como a mensagem subliminar. “É preciso ficar atento para não cair na armadilha da mensagem subliminar, pois é anti-ético”, declara.
Ao fim da palestra, foi oferecido um coquetel para todos os participantes da Semana de Criação, com direito a champagne, vinho e outras coisitas a mais...
domingo, 20 de abril de 2008
22ª semana da criação O momento para ser criativo é agora
Durante a 22ª Semana Internacional da Criação Publicitária, David Romanetto, diretor de criação da Giovanni+DraftFCB, apresentou na última segunda-feira (14) o convidado internacional da agência, Michael Simons, diretor de criação da DraftFCB Austrália. Ele falou sobre "Perspectivas de um publicitário australiano-neozelandês há 30 anos no mercado, mas mais entusiasmado com o que vê hoje do que quando começou".
Simons começou sua palestra descontraindo a platéia com sua "teoria climática": quanto pior o clima em uma cidade, melhor sua publicidade. Porém, ele disse que assim que chegou ao Brasil percebeu que sua "teoria" havia caído por terra, pois “o tempo e a propaganda daqui são fantásticas".
O profissional explicou que tanto a Austrália quanto a Nova Zelândia são países vítimas da globalização e, por isso, grande parte de sua publicidade é norte-americana e o mercado desses países tem que usar a criatividade e as diversas mídias para se destacar.
Para ilustrar essa situação, Simons mostrou alguns cases de sucesso, como a divulgação do seriado Weeds, que apresenta uma mãe que cria seus filhos vendendo maconha. Simons exibiu vídeos, um deles com uma casa aberta à visitação onde havia uma "corretora" que apresentava o local ao visitante, lotado de pés de maconha. Para essa ação foram publicados em mídia impressa anúncios da "venda" da casa.
No outro, acontecia a instalação de um outdoor no qual apareciam três sacos: dois de lanche e um com maconha. Foi instalada uma câmera no outdoor para ver a reação das pessoas e muitas delas tentaram rasgar o saco com a falsa droga.
Festa de cão
Outro case de sucesso apresentado por Simons foi a campanha feita para angariar fundos para a SPCA International (Society for the Prevention of Cruelty to Animals International). A ação consistia em lançar um CD com jingles natalinos que só podem ser ouvidos pelos cachorros. Para a campanha, foi feito um filme com filhotes com gorros natalinos e uma festa em uma discoteca onde celebridades levaram seus cachorros para "dançar".
Após a apresentação dos cases, Simons discursou sobre como os jovens publicitários devem se comportar no mercado e citou suas próprias experiências. Para ele, agora é um momento desafiante para a criação, pois a publicidade disputa a atenção do consumidor com diversas mídias. "É um momento excitante em que vivemos, porque há muita informação e diversos meios para trabalhar a criatividade e chamar a atenção do consumidor para seu produto", diz Simons.
Simons começou sua palestra descontraindo a platéia com sua "teoria climática": quanto pior o clima em uma cidade, melhor sua publicidade. Porém, ele disse que assim que chegou ao Brasil percebeu que sua "teoria" havia caído por terra, pois “o tempo e a propaganda daqui são fantásticas".
O profissional explicou que tanto a Austrália quanto a Nova Zelândia são países vítimas da globalização e, por isso, grande parte de sua publicidade é norte-americana e o mercado desses países tem que usar a criatividade e as diversas mídias para se destacar.
Para ilustrar essa situação, Simons mostrou alguns cases de sucesso, como a divulgação do seriado Weeds, que apresenta uma mãe que cria seus filhos vendendo maconha. Simons exibiu vídeos, um deles com uma casa aberta à visitação onde havia uma "corretora" que apresentava o local ao visitante, lotado de pés de maconha. Para essa ação foram publicados em mídia impressa anúncios da "venda" da casa.
No outro, acontecia a instalação de um outdoor no qual apareciam três sacos: dois de lanche e um com maconha. Foi instalada uma câmera no outdoor para ver a reação das pessoas e muitas delas tentaram rasgar o saco com a falsa droga.
Festa de cão
Outro case de sucesso apresentado por Simons foi a campanha feita para angariar fundos para a SPCA International (Society for the Prevention of Cruelty to Animals International). A ação consistia em lançar um CD com jingles natalinos que só podem ser ouvidos pelos cachorros. Para a campanha, foi feito um filme com filhotes com gorros natalinos e uma festa em uma discoteca onde celebridades levaram seus cachorros para "dançar".
Após a apresentação dos cases, Simons discursou sobre como os jovens publicitários devem se comportar no mercado e citou suas próprias experiências. Para ele, agora é um momento desafiante para a criação, pois a publicidade disputa a atenção do consumidor com diversas mídias. "É um momento excitante em que vivemos, porque há muita informação e diversos meios para trabalhar a criatividade e chamar a atenção do consumidor para seu produto", diz Simons.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Marcas devem comunicar esperança
ORGANIZANDO IDEIAS
tomando medicamentos....
Mike Byrne mostra que a criatividade transcende a propaganda tradicional
O fio condutor da apresentação do norte-americano Mike Byrne, último convidado internacional da 22ª Semana da Criação Publicitária, nesta quinta-feira (17), não foi nada mais do que a esperança. O criativo, que é sócio fundador da agência Anomaly, de Nova York, mostrou que este sentimento que move toda a raça humana também deve estar presente na essência das marcas e da sua comunicação. "Na minha visão pessoal, se você [o publicitário] não traz esperança para as pessoas através da marca então você não está fazendo o seu trabalho direito", afirma Byrne.
Byrne resgatou experiências que teve como diretor de criação da Wieden + Kennedy, em Portland, Oregon, nos Estados Unidos, onde passou a orientar toda a sua carreira para dar esperança para as pessoas em trabalhos desenvolvidos na época para a marca Nike. Apenas com o foco em um modelo de comunicação que priorizava as experiências das pessoas e a sua esperança pela superação de limites ou por viver de forma plena, Byrne percebeu que a criatividade ganhava força capaz de transceder a propaganda pura e simples. E foi diante disso que resolveu criar o seu próprio negócio chamado de Anomaly não por acaso. "Na definição Anomaly quer dizer que foge à regra, escapa de uma certa regularidade", afirma Byrne.
O profissional afirma que não deixa de fazer propaganda, mas acredita que o futuro da comunicação está em idéias simples e espontâneas que levem esperança para a vida das pessoas, mesmo que estas idéias não sirvam para aplicação em campanhas com filmes na TV, com anúncios e outros meios. Foi assim com o grande case de sua agência demonstrado no evento e que data do ano passado, especificamente da semana em que o iPhone da Apple foi lançado.
Uma equipe da agência se posicionou dez dias antes do lançamento na porta da loja, fazendo revesamento entre si, para garantir o primeiro lugar. Eles queriam comprar o cobiçado produto para colocar em leilão e reveter o valor adquirido para a campanha Keep a Child a Live, que cuida de crianças com Aids na África. Toda a cobertura da mídia que estava falando sobre o produto e o interesse das pessoas em adquiri-lo, acabou por dar visibilidade à nobreza da idéia da agência. "A idéia foi aplicada com investimento de US$ 600", diz Byrne. "O preço do iPhone e mais alguns cartazes, porém estivemos o tempo inteiro na mídia e levantamos a discussão sobre o problema". Para Byrne, é este tipo de campanha que está inserida na comunicação do futuro.
tomando medicamentos....
Mike Byrne mostra que a criatividade transcende a propaganda tradicional
O fio condutor da apresentação do norte-americano Mike Byrne, último convidado internacional da 22ª Semana da Criação Publicitária, nesta quinta-feira (17), não foi nada mais do que a esperança. O criativo, que é sócio fundador da agência Anomaly, de Nova York, mostrou que este sentimento que move toda a raça humana também deve estar presente na essência das marcas e da sua comunicação. "Na minha visão pessoal, se você [o publicitário] não traz esperança para as pessoas através da marca então você não está fazendo o seu trabalho direito", afirma Byrne.
Byrne resgatou experiências que teve como diretor de criação da Wieden + Kennedy, em Portland, Oregon, nos Estados Unidos, onde passou a orientar toda a sua carreira para dar esperança para as pessoas em trabalhos desenvolvidos na época para a marca Nike. Apenas com o foco em um modelo de comunicação que priorizava as experiências das pessoas e a sua esperança pela superação de limites ou por viver de forma plena, Byrne percebeu que a criatividade ganhava força capaz de transceder a propaganda pura e simples. E foi diante disso que resolveu criar o seu próprio negócio chamado de Anomaly não por acaso. "Na definição Anomaly quer dizer que foge à regra, escapa de uma certa regularidade", afirma Byrne.
O profissional afirma que não deixa de fazer propaganda, mas acredita que o futuro da comunicação está em idéias simples e espontâneas que levem esperança para a vida das pessoas, mesmo que estas idéias não sirvam para aplicação em campanhas com filmes na TV, com anúncios e outros meios. Foi assim com o grande case de sua agência demonstrado no evento e que data do ano passado, especificamente da semana em que o iPhone da Apple foi lançado.
Uma equipe da agência se posicionou dez dias antes do lançamento na porta da loja, fazendo revesamento entre si, para garantir o primeiro lugar. Eles queriam comprar o cobiçado produto para colocar em leilão e reveter o valor adquirido para a campanha Keep a Child a Live, que cuida de crianças com Aids na África. Toda a cobertura da mídia que estava falando sobre o produto e o interesse das pessoas em adquiri-lo, acabou por dar visibilidade à nobreza da idéia da agência. "A idéia foi aplicada com investimento de US$ 600", diz Byrne. "O preço do iPhone e mais alguns cartazes, porém estivemos o tempo inteiro na mídia e levantamos a discussão sobre o problema". Para Byrne, é este tipo de campanha que está inserida na comunicação do futuro.
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